O que está a ser criado e projectado nas diversas áreas da vida humana, tendo por base o desenvolvimento científico e tecnológico, permite-nos acompanhar a evolução da sociedade no próximo futuro.
Prevê-se que, dentro de 25 anos, a população mundial seja de 9,5 mil milhões de pessoas e que cerca de três quartos desta população viverá nas vilas e cidades. Nestes locais a sua mobilidade tornar-se-á num inferno e a atmosfera será irrespirável se tudo continuar como até aqui. Contudo, estão a desenvolver-se alterações significativas em diversas áreas das cidades, como a da governação, das infraestruturas, da mobilidade, do sector automóvel, qualidade de vida, eficiência energética e ambiental, economia e inovação, havendo uma grande colaboração entre governos, empresas e universidades para adaptar o presente ao futuro.
No sector automóvel as alterações estão dirigidas para o carro eléctrico e a hidrogénio, o carro autónomo (eléctrico e a hidrogénio), frotas de carros partilhados em oposição à propriedade privada do carro.

A indústria automóvel prevê que “em 2040, 6 em cada 10 carros a circular nas estradas mundiais sejam eléctricos, bem como a venda de carros autónomos irá ultrapassar a venda de carros com condutor, pertencendo a frotas mais de metade dos veículos circulantes e que serão partilhados de formas diversas. De ano para ano, as grandes cidades mundiais (Bruxelas, Oslo, Londres, Copenhaga, Paris, Madrid,…) vão proibindo a circulação, no seu interior, de veículos a combustíveis fósseis. Daqui a cinco anos os custos de produção dos carros eléctricos serão inferiores aos do fabrico dos carros a diesel e as baterias terão uma autonomia superior a 500 Kms”.

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