Festival Rádio Faneca assinala a sexta edição dos tempos modernos

[...] Ílhavo não terá boas bandas de música, inclusive de rock, bons artistas plásticos, agentes de animação de eventos, gente capaz e a fazer “coisas” por amor à sua Terra?

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Como já ficou referido em anterior edição de “O Ilhavense” e para aqueles que ainda não conhecem este evento na forma como vem sendo apresentado nos últimos tempos, diremos, Rádio Faneca da “era moderna” e conforme referiu ao nosso Jornal Luís Sousa Ferreira, programador do ‘23 milhas’ e director da “Casa da Cultura de Ílhavo” (antes CCI), trata-se de um festival de ativos: ativa os becos e o jardim, a comunidade e os artistas, um processo em que os projetos cerne são repartidos entre os artistas que são escolhidos por nós, que têm interesse em lendas, histórias, ritmos e sotaques e a comunidade: que vai para o palco, como no caso da Orquestra da Bida Airada, ou de outras formas como na ”Casa Aberta”, em que vinte famílias abrem as suas casas para receber a comunidade para jantar, um projeto mais intimista, em que o objeto artístico é a mesa, ou gira em volta do jantar, contextualizou…

É ainda opinião deste organizador da Rádio Faneca actual, que esta iniciativa se faz «sempre com o propósito de disponibilizar a cultura como forma de alterar a maneira como nos relacionamos com o espaço público e o transformamos. A rádio é o mote, mas queremos que ganhe outro protagonismo, sabemos que o festival vem desta memória de se fazer rádio no jardim, no século passado. Queremos que a rádio seja o fator agregador, que abre e fecha o festival, que pela rádio passem os músicos, a comunidade, com programas específicos, por isso a Rádio Faneca sai do estúdio e ganha um palco no centro do jardim, um cenário de destaque, para ver e ser vista, numa lógica quase audiovisual, com programação especialmente pensada para o contexto do festival, que a partir desta edição poderá ser acompanhada em streaming (transmissão pela internet em tempo real) para todo o mundo, finalmente, a iniciativa deste ano irá ser registada num arquivo digital: queremos pensar estes cinco anos. A ideia é que haja um registo efetivo, das metodologias, dos processos, das visões, que se veja o crescimento e que haja um repositório online, conta que será em áudio, vídeo, com os documentos, as letras, sobretudo dos projetos de criação», disse…

Leia o artigo completo na edição em papel.

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