João Bola: ginasta ilhavense cada vez mais alto

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Nome: João David Ramos Bola

Data de nascimento: 27 dezembro 1995 (22)

Modalidades: Tumbling e TeamGym

O Tumbling é uma modalidade da ginástica, praticada numa pista de 25 metros de cumprimento e 2 de largura, em que o atleta executa altos e piruetas, com 6 metros de receção de cumprimento e 4 de largura e com uma corrida de 9 metros.

– Neste momento a que clube pertences e em que modalidades competes?

Compito em Tumbling e TeamGym pelo Clube Naval Setubalense, mas todo o equipamento pertencente ao Clube de Ginástica de Portugal, clube que sempre representei. Agora, por condições de espaço foi feito um acordo com o Clube Naval Setubalense.

– És da Gafanha da Nazaré, assim como a tua família. Com que idade foste para Setúbal?

Fui para setúbal para o primeiro ano de escolaridade, teria cerca de seis anos.

– Que memórias tens desses tempos?

Lembro-me de brincar com carrinhos, jogar à bola e ao berlinde com o meu irmão e com os meus primos. Depois em Setúbal não foi difícil adaptar-me e consegui rapidamente fazer amigos, apesar de ter saudades de passar a maior parte do tempo com os meus primos.

– Como te iniciaste na ginástica?

Já no verão da minha passagem para o terceiro ou quarto ano mudámos para a casa onde vivemos atualmente e conheci muitos rapazes com idades relativamente próximas e começaram a crescer amizades. No início do ano um deles, que andava na ginástica, perguntou-me se eu gostaria de ir experimentar. Uma vez que eu fazia umas rodas e uns pinos mal feitos, decidi experimentar. Tinha andado na natação e andava no futebol, mas nunca fui grande jogador. Decidi quase automaticamente que não era futebol que queria, mas sim ginástica e, até hoje e por mais longos anos, quero continuar a praticar.

– O que mais te atrai nestas modalidades?

É um sentimento que não se pode explicar: estar no ar a fazer mortais e piruetas…a ajuda entre treinadores e atletas, não só do mesmo clube, mas também de outros clubes: o receio que dá concretizar um salto pela primeira vez e que mete tanto medo, pois sabemos que pode correr mal, mas ainda assim acreditamos no treinador e executamos sem qualquer problema. Acho que não é um desporto ‘para todos’, porque não é fácil mas acima de tudo fica o gosto que é podermos superar-nos a nós próprios, treino após treino e competição após competição.

Leia a entrevista completa na edição em papel.

 

 

 

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