O PSD no seu labirinto

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Talvez por estarmos no momento de ir a banhos, os debates políticos têm andado muito em torno da possibilidade de a atual solução governativa se manter para lá de setembro/outubro de 2019 ou não. No entanto, uma grande parte das discussões que tenho ouvido, reportam-se a uma questão errática cuja importância não deve ser escamoteada: estamos perante um governo minoritário do Partido Socialista que exerce funções com o apoio parlamentar de outros três partidos. Com este apoio, o executivo de António Costa tem conseguido aprovar aquela que é a principal ferramenta de qualquer governação, seja ela uma junta de freguesia, seja um país inteiro. E essa ferramenta é o plano e orçamento.

Se aquele esquema governativo se mantém ou não, teremos de esperar pela marcação das eleições e pela contagem dos votos. Os sinais públicos são contraditórios, dependendo dos responsáveis políticos. Se para o primeiro-ministro, o quadro que existe é repetível, Jerónimo de Sousa já disse o contrário, e tanto o PEV como o BE não se colocaram de fora de uma nova solução parlamentar ou executiva para governar o país. De resto, a moção que Catarina Martins apresentará em novembro à convenção bloquista – subscrita também por Pedro Filipe Soares, seu antigo oponente e líder parlamentar – refere a sua intenção de «ser força de governo».

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