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Ílhavo
Domingo, 21 Outubro 2018

Armando Pimentel

Homens e Mulheres que em terra também escreveram a história de Ílhavo

Armando Oliveira Pimentel, uma referência da antiga Fábrica de Porcelanas na arte da Pintura – o último Mestre de Pintura da Vista Alegre, como o refere o saudoso Sr. Engº. Alberto Faria Frasco, no seu livro “Mestres Pintores da Vista Alegre, autor do livro que foi director desta Fábrica de Porcelanas desde 1970 a 1985 e que com Armando Pimentel lidou muito de perto.

Armando Pimentel – O Último Mestre de Pintura da Vista Alegre

Nasceu em Vagos a 17 de janeiro de 1930. Casou em Ílhavo a 22 de outubro de 1950, desde quando passou a viver e fazer vida nesta Terra Maruja

Descendente de uma família profundamente enraizada na Vista Alegre. Seus avós paterno e materno Elmano Ferreira Pimentel e José Nunes de Oliveira, trabalharam na fábrica em sectores que vão desde a “Preparação da Pasta, onde se inicia o processo de fabrico, até à pintura à mão, onde o mesmo processo se encerra. Foi seu pai o primeiro pintor da família que, certamente, influenciou a vocação do filho para abraçar a profissão que faria dele o último Mestre de Pintura da Vista Alegre.

Mestre Palmiro Peixe no Centro de Arte e Desenvolvimento da Empresa (CADE), quando recebeu a talha, tendo à sua direita a Sra. D. Maria Azevedo Coutinho e, à esquerda, o autor. De pé, Mestre Armando Pimentel e o professor de desenho Mário Catarino

Esta vocação revelou-se muito precocemente pois Armando Pimentel recorda-se, ainda menino, gostar de desenhar “as caras dos Reis de Portugal”, mas só dos que tivessem barba e bigode… – In “Mestres Pintores da Vista Alegre”

 “O ILHAVENSE (ILH): – Quando deu início à sua profissão na Vista Alegre  e como foi a sua carreira e ascensão profissional nesta famosa Fábrica de Porcelanas?

Armando Pimentel (A.P): – Completei os 12 anos de idade e entrei para a Aula de Desenho da Vista Alegre onde tive como Mestre o Sr. João Cazaux.

A 22 de Março de 1942 iniciei a “aventura” de futuro Mestre de Pintura.

ILH: – Como se revelariam os seus dotes artísticos?

AP: – Segundo Faria Frasco, os meus dotes artísticos seriam, certamente invulgares pois, passado pouco mais de um ano, em 21 de julho de 1943, ingressei como aprendiz, na Oficina de Pintura onde fui acompanhado pelo Mestre Ângelo Chuva de quem fui grande admirador sabendo que esse sentimento era recíproco.

Outro Grande Mestre de Pintura da Vista Alegre que também teve grande influência na minha carreira profissional foi o saudoso Sr. Palmiro Peixe.

Leia o artigo completo na edição em papel.

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