Um vírus chamado praxe

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Apareceu em Portugal no século XIII e era uma espécie de polícia académica que, em Coimbra, acautelava os desmandos da juventude estudantil de modo a não perturbarem a população coimbrã. Nos séculos seguintes aparecia quando o estado da governação era conservador e desaparecia quando o estado era mais democrata, mais livre.

E até hoje a situação mantém-se. No estado actual do nosso País a praxe estudantil veste uma roupagem de violência injustificável a nível humano, social, cívico.

Casos de morte por afogamento nas praias, por espancamento por vezes mortal, por drogas e violações, envergonham-nos, revoltam-nos e deveriam obrigar-nos a tomar medidas drásticas. A sociedade portuguesa está a licenciar quem? Os novos governantes vão sair de uma juventude opressora com pouco respeito pela condição humana? Nem quero acreditar em tal aberração, mas é o que me parece vir a acontecer.

Como nem tudo é podre no reino da Dinamarca, há casos diferentes no mundo das praxes…

Leia o artigo completo na edição em papel.

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