Misericórdia de Ílhavo recebe Reunião do Secretariado Regional

Mais de trinta Misericórdias estiveram presentes nesta sessão

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Da esq. para a dir.: Paulo Gravato, coordenador do Secretariado Regional, Margarida São Marcos, provedora da SCM de Ílhavo, Fernando Caçoilo, presidente da CMI, António Pina Marques, provedor da SCM de Vale da Cambra e presidente do Secretariado Regional da União das Misericórdias Portuguesas e Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias.

A Santa Casa da Misericórdia (SCM) de Ílhavo recebeu, na sexta-feira dia 19 de outubro, a reunião do Secretariado Regional da União das Misericórdias Portuguesas.

Com um quórum de trinta e duas pessoas, esta foi a primeira vez que a Misericórdia de Ílhavo foi anfitriã desta reunião desde a tomada de posse da atual mesa, em janeiro passado.

Para a provedora em funções, Margarida São Marcos, “é uma honra o Secretariado Regional ter solicitado a dispensa da nossa casa, tanto mais que, para nós, mesa atual… é uma aprendizagem. É importante dar nota ao exterior do que temos feito”, começou por dizer ao Jornal ‘O Ilhavense’.

A primeira mesa foi constituída pelo coordenador do Secretariado Regional, Paulo Gravato, pela provedora da SCM de Ílhavo, Margarida São Marcos, pelo presidente da Câmara Municipal de Ílhavo (CMI), Fernando Caçoilo, pelo provedor da SCM de Vale da Cambra e também presidente do Secretariado Regional da União das Misericórdias Portuguesas, António Pina Marques, além do presidente da União das Misericórdias, Manuel Lemos, que deram as boas vindas aos presentes e falaram da ordem de trabalhos. Estes encontros acontecem com uma cadência de cerca de três por ano e começam sempre com uma oração.

Depois da intervenção de todas as pessoas, constituiu-se o grupo de trabalho, procedeu-se à aprovação da Acta da reunião anterior, veicularam-se as informações do Secretariado Regional da União das Misericórdias Portuguesas, seguindo-se a intervenção de Marlene Amorim, que abordou a Economia Social no Distrito, do vice-reitor Eduardo Castro e de Marta Ferreira dias, todos docentes na Universidade de Aveiro porque, como explicou António Pina Marques, em quase cem anos de história, as Misericórdias continuam a procurar responder as necessidades sociais e “é importante que se debatam os desafios entre as Misericórdias e a UA”. Houve ainda tempo para discutir assuntos internos.

Leia o artigo completo na edição em papel.

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