António Rosalino Casimiro Bizarro

Homens e Mulheres que em terra também escreveram a História de Ílhavo

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Homens e Mulheres que em terra também escreveram a história de Ílhavo,  pretende dar a conhecer aos mais jovens e às gerações vindouras, muitos daqueles que, exercendo as suas profissões em Terras de Ílhavo e/ou integrando-se socialmente neste Município – (professores, “mestres”, ferreiros, carpinteiros, comerciantes, lavradores, figuras típicas ilhavenses, entre outros, gente que muito deu de si própria e muito contribuiu para o engrandecimento e notoriedade desta Terra dos  Ílhavos!

4º Encontro de Núcleos em Ílhavo. Torrão Sacramento de “O Ilhavense” entrevista o violino Jesus Correia com Travassos a aguardar a sua vez

António Rosalino Casimiro Bizarro – a Figura

Nasceu no Hospital da Misericórdia em Ílhavo aos 18 de Abril de 1932;

António Bizarro tem sido, até aos nossos dias, figura muito marcante na comunidade ilhavense pelos relevantes serviços que, generosa e empenhadamente vem prestando à mesma.

Desde ainda muito jovem, começaria a revelar-se elemento muito empreendedor e participativo no campo do associativismo.

Com apenas 13 anos de idade já tinha fundado dois clubes de futebol, o Sporting Clube de Ílhavo e União Desportiva Ilhavense.

No tocante à fundação de associações, constam do seu extenso e rico curriculum:

Em 1945 – Sporting Clube de Ílhavo;

Ainda nesse mesmo ano fundaria o “União Desportiva Ilhavense” (resultante da fusão do Sporting de Ílhavo e “Os Azuis” de Ílhavo, com os “Azuis de Ílhavo”.

Em 1981 – Em 21 de Junho, funda a Fraternidade de Nuno Álvares, de Ílhavo (antigos escuteiros do C.N.E.);

Em 1982 – Em 5 de Junho, funda o Núcleo Sportinguista de Ílhavo vindo a fazer parte da sua Direcção em 1982, 84, 86, 88, 90, 99, 2003,2007.

Em 1993 aquando da visita de uma comitiva do Sporting Clube de Portugal ao Núcleo de Ílhavo, de que fazia parte o candidato à presidência do S.C.P. Sousa Sintra e os ex-atletas Jesus Correia Vasques e Travassos (dos cinco Violinos) e Magalhães, suplente do Guarda redes Azevedo, A. Bizarro proporcionar-nos uma entrevista inédita a dois dos 5 violinos – Jesus Correia e Travassos, duas “Velhas Glórias” dos tempos áureos do Sporting Clube de Portugal .

Jantar de homenagem a António BIzarro por ter deixado de trabalhar na firma “Neves e Capote”, por ter atingido o limite de idade

Como praticante de futebol e além de ter jogado como amador nas colectividades de Bairro ilhavenses que fundou, também foi praticante de futebol como federado tendo sido atleta do S.C. Vista Alegre no tempo das figuras de topo deste Clube (Mário Elias (o Pitato), Samuel Nordeste, Luís (o Francês) Armando Geadas António Valente, que ainda foram atletas do Sport Clube da Vista Alegre, entre outros que ficaram nos anais da história do Talé), tendo ainda sido atleta não federado no F.C. do Bonsucesso…

António Bizarro é uma figura que corporiza, como poucos, o Associativismo em Ílhavo, tendo deixado uma forte presença como dirigente no Illiabum Clube nos anos 50 e 60.

Fez Parte dos Corpos Sociais das seguintes agremiações:

Illiabum Clube: Anos de 1958, 1961, 1963, 1964, 1968, 1970, 1982, 1986/87, 1994/97, 1997/99, 1999/2001, e da Comissão Administrativa nos anos 2001/2003.

Nos anos de 1963 e 1964 viveu os maiores momentos de glória ao conquistar, como Dirigente e Presidente da Secção de Basquetebol, os primeiros Títulos Nacionais nesta modalidade – Basquetebol, para o Illiabum e Associação de Basquetebol de Aveiro, em 10 de Junho de 1963, em Infantis, e 14 de Junho de 1964, o Nacional da 2ª Divisão em Séniores.

Sempre comemorou esses feitos gloriosos com os atletas campeões da altura e sempre mostrou alguma mágoa por não ser o próprio Illiabum Clube a organizar esses eventos.

Associação de Basquetebol de Aveiro – Fez parte das suas Direcções nos anos de 66/67, e 67/68;

Mais tarde foi criada a Associação de Desportos de Aveiro que integrava as modalidades Basquetebol, Andebol, Atletismo e Natação, fazendo parte da Direcção como Secretário da Assembleia Geral e Vogal do Basquetebol nos anos 1972/73, 1973/74, 1974/75, 1975/76, 1978/79, 1984/85 e 1987/88.

Leia o artigo completo na edição em papel.

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