A APARA – Associação de Pesca Artesanal da Região de Aveiro transmitiu as suas preocupações relativamente ao processo de monitorização dos bivalves, nomeadamente relativamente ao longo intervalo de tempo entre a recolha das amostras e a divulgação dos resultados, na sessão de divulgação ‘Classificação e Monitorização das Zonas de Produção de Bivalves’, que teve lugar no passado dia 26 de novembro, nas instalações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, em Lisboa.

Segundo a APARA, esta demora «prejudica a cadeia de comercialização de bivalves, desde o pescador/mariscador até ao prato do consumidor».

A APARA alertou ainda para a «dificuldade e morosidade na reclassificação das zonas de produção, que em alguns casos pode demorar vários meses, impactando de forma significativa o setor», reforçando a importância de processos mais céleres, eficientes e transparentes.