O que aí vem

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A ida a banhos terminou com as tradicionais rentrées dos partidos políticos, que começam agora a preparar os próximos desafios eleitorais. No caso das legislativas nacionais, o último Orçamento de Estado desta legislatura aparece já como um primeiro momento de afirmação para o que aí vem. Com os partidos que suportam o governo socialista a apresentarem-se a eleições cada um per si, a distribuição dos impostos dos portugueses pelas várias rubricas orçamentais será uma manta que tenderá a esticar ou encolher conforme a opinião, a perspetiva e os ganhos políticos e eleitorais que daí advierem.

Mas o ano de 2019 não será, apenas, marcado pelo que for aprovado pelo parlamento em relação ao OE, nem pelo que os partidos farão para se apresentarem mais fortes, robustos e necessários à população. Em maio de 2019, elegeremos os deputados ao parlamento Europeu, ato cuja expressão na contagem dos votos tem sido cada vez menor. No arquipélago da Madeira, o próximo ano trará as legislativas regionais, que irão definir onde se sentarão os 47 parlamentares insulares, bem como a composição do governo regional. Num momento em que sobe o tom da crítica entre governo social-democrata madeirense e governo socialista da República, os socialistas madeirenses mantém a expetativa de, pela primeira vez, assumirem os destinos daquela região, apresentando como putativo candidato à presidência do governo regional o atual presidente da maior autarquia madeirense, o independente Paulo Cafôfo.

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