Em comunicado, o Movimento Unir para Fazer refere que a constituição da mesa da Assembleia Municipal, eleita no passado domingo, não correspondeu aos desejos do Unir para Fazer de “manter solidariedade institucional” . José Pinto Reis, coordenador do movimento, afirmou que “Os restantes partidos não aceitaram participar na nossa lista, por terem a sua própria, razão pela qual a nossa proposta apenas integrou elementos do Unir Para Fazer”. A lista que ganhou apresentou dois elementos do PSD, Paulo Santos e Irene Ribau Tavares e Pedro Tróia do PS. José Pinto reis concluiu, dizendo ” Apesar de tudo, esperamos que seja possível trabalhar conjuntamente com todos os eleitos na construção das melhores soluções para o município, de forma que a atividade do executivo municipal não seja inviabilizada”, e felicitou todos os novos elementos eleitos. Endereçou a todos  os que  iniciam funções, nos órgãos autárquicos, votos de um bom trabalho em prol das pessoas e do município.

“No último domingo, a apresentação da nossa lista à mesa da Assembleia Municipal pretendia a mesma solidariedade institucional que oferecemos nas juntas de freguesia da Gafanha da Nazaré e na Gafanha da Encarnação, onde os executivos do PSD não tiveram a maioria absoluta. Apesar de desejarmos que a mesma solidariedade acontecesse na Assembleia Municipal, esta não aconteceu. Os restantes partidos não aceitaram participar na nossa lista, por terem a sua própria, razão pela qual a nossa proposta apenas integrou elementos do Unir Para Fazer”, afirma José Pinto Reis, coordenador do Unir Para Fazer.
“Assistimos à convergência entre o PSD e do PS na apresentação de uma lista conjunta, excluindo a participação do Unir Para Fazer.  Podemos compreender, e até consideramos salutar, que exista uma partilha dos lugares nas mesas dos órgãos deliberativos, contudo segundo essa lógica não podemos aceitar ser excluídos quando somos o segundo maior grupo municipal”, acrescenta. 
“No seguimento da nossa conduta durante a campanha eleitoral os votos dos eleitos nas Listas do Unir para Fazer serviram os interesses do município e das freguesias e nunca os interesses ou ambições individuais ou do movimento. Apesar de tudo, esperamos que seja possível trabalhar conjuntamente com todos os eleitos na construção das melhores soluções para o município, de forma que a atividade do executivo municipal não seja inviabilizada”, concluiu.

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