Foto: CMI

O município assinala o Dia Internacional dos Museus, a 18 de maio, com uma nova exposição no Museu Marítimo, a reabertura do Navio-Museu Santo André, concertos e visitas guiadas.

“O Grande Norte” é uma exposição produzida pelo Museu Marítimo, com a participação de outras entidades museológicas, que conta a última grande aventura marítima portuguesa, que desbravou caminho até à grande ilha do Ártico.

Ligada ao tema da exposição, há “Conversas de Mar: A cultura Inuit – De Cape Dorset para o mundo”, em que um conjunto de desenhos e esculturas, criadas por mulheres artistas Inuit, retratam a atividade piscatória da população em Cape Dorset, Canadá, e a sua representação na arte local. O lançamento do livro “O Homem sem Coração” é outro dos momentos do programa. O título é um relato autobiográfico de Guilherme Piló Sales sobre as memórias vividas como pescador à linha nos grandes bancos da Terra Nova e da Gronelândia.

A partir de 21 de maio, o Navio-Museu Santo André volta a abrir portas ao público, com novos espaços para visitar e recursos expositivos para descobrir.

A música também faz parte das comemorações do Dia Internacional dos Museu. Na praceta do Aquário dá-se o ponto final do projeto “Patrimónios Sonoros Marítimos”, num momento de festa e celebração da cultura marítima. O encerramento fica a cargo de Sampladélicos, grupo musical que une o realizador Tiago Pereira ao músico Sílvio Rosado. A dupla apresenta uma mistura de samples que provém da recolha de diversos registos sonoros nas comunidades marítimas.

As atividades prolongam-se por todo o museu, com a noite a ganhar relevo. Para os mais novos, está de volta a atividade “Noite no Museu”, onde é possível dormir na companhia dos bacalhaus e desvendar os segredos guardados nos espaços do museu a que o público não visita.

Ainda para os mais novos, realiza-se “Histórias em Palco – O Museu”, uma ação para crianças a partir dos 4 anos, dinamizada pela Biblioteca Municipal.

Para assinalar a data, o público Maior é convidado para uma visita-oficina, onde se questiona o poder dos museus e a relevância para/do visitante. A sala das conchas é o ponto de partida para a visita especial “À descoberta das Conchas”, que desce às Reservas do Museu. No Centro de Religiosidade Marítima, a noite está reservada para uma visita guiada, em que é possível conhecer o mais recente Pólo do Museu de uma nova perspetiva.

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