Casa da Palmeira, em Ílhavo (Foto: Passivhaus Portugal)

A Passivhaus Portugal regressa à Tektónica 2026, de 23 a 25 de abril, na FIL, em Lisboa.

Terá um espaço de 144 metros quadrados dedicado à construção. A associação estará também presente nos auditórios dos pavilhões 3 e 4, com várias apresentações técnicas ao longo dos três dias, reforçando o seu papel na disseminação de conhecimento e na promoção de edifícios com desempenho, conforto e qualidade do ar interior.

A Passivhaus Portugal diz que a sua presença na Tektónica «surge como uma oportunidade para desmistificar o conceito Passive House e aproximá-lo da realidade de quem projeta, constrói ou habita».

Ao longo do evento, os visitantes poderão contactar com os parceiros da Passivhaus Portugal e conhecer soluções, materiais e exemplos práticos que mostram como é possível reduzir necessidades energéticas e garantir um ambiente interior confortável e saudável de forma consistente.

O padrão Passive House baseia-se num conjunto de princípios construtivos que permitem reduzir até 90% as necessidades de aquecimento e arrefecimento, assegurando simultaneamente qualidade do ar interior, conforto térmico e ausência de patologias.

«Falar de eficiência energética já não é suficiente e, infelizmente, vemo,s de ano para ano, notícias que nos deixam exatamente no mesmo sítio: na cauda da Europa no que diz respeito à qualidade dos nossos edifícios. O que está em causa é a forma como vivemos dentro das nossas casas: o conforto, a saúde e a qualidade do ar que respiramos todos os dias», destaca João Marcelino, da Associação Passivhaus Portugal.

Sabe-se também que esta participação pretende promover o diálogo entre projetistas, indústria e executantes. A participação na Tektónica integra a estratégia da associação em «disseminar o padrão Passive House em Portugal, contribuindo para edifícios mais bem construídos e para uma maior qualidade de vida para quem os utiliza».