À criança

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Foto: Samuel Zeller - Unsplash

As letras de hoje não são amargas, cinzentas… devo isso à inocência das crianças que pintam a nossa vida de azul e sol. Obrigada por terem dado luz à minha vida.

Nasce sempre do homem, da mulher
Nem sempre resultou do verbo Amar,
É simples sementinha sem saber
Se o solo em que caiu
É bom para germinar

Mas nasce, cresce e sonha
Com um misto de alegria e de espanto
No olhar nasce-lhe um rio pronto a correr
Rumo ao amor, às vezes desencanto

E chega à escola… quando chega
Que há diversas maneiras de crescer
A ferramenta em vez de uma sacola
Aprende cedo a luta de viver
Junta as letras, é fácil o somar
Pior, muito pior o dividir
O Ter e o Ser verbos fundamentais
Na escolha necessária
Dos caminhos a seguir

Deste lado da vida estamos nós
Atentos na função de educar
Ensinamos o Bem, o Bom, a Liberdade
Mas esquecemos, tantas vezes, o Sonhar…

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