Desde o início da atual temporada que o espaço público tem sido assolado por ataques constantes ao bom nome do Benfica.
Vouchers, mails e “toupeiras”, têm sido o “pão nosso de cada dia”.
No processo relativo aos vouchers, o Conselho de Disciplina procedeu ao seu arquivamento; no caso das “toupeiras”, viemos a saber que todos têm as suas, só falta descobrir os seus autores, e no caso dos e-mails, após 4 ou 5 idas da PJ à “Catedral” e à casa de alguns dirigentes encarnados, verificamos que a “montanha pariu um rato”. As conversas que antigamente eram feitas nos cafés, são agora visita regular das redes sociais. Nada de mais, portanto.
Perante a envergadura e profissionalismo de tais ataques, era imperioso, mais do que em quaisquer outros anos, ganhar o título de campeão nacional.
Nesse sentido, caberia à estrutura do Benfica apetrechar o plantel com a qualidade que se exigia.
Ora, Luís Filipe Vieira e seus pajens, para além de optarem pela historieta da redução do passivo e pela política do “cimento”, cobriram-se de silêncio, deixando que a espiral de ataques continuasse de forma programada e sistemática, e, pior ainda, deixaram que o “clube da fruta” (os lagartos nunca contam para estas coisas), pudessem exercer livremente o seu poder de influência junto dos poderes instituídos.
Ainda no último jogo contra o Porto no Estádio da Luz, os dirigentes encarnados deixaram que o Conselho de Arbitragem, que há muito foi capturado por um clube falido e intervencionado pela UEFA, conseguisse, de uma só “cajadada”, nomear Soares Dias e Tiago Martins, ambos ameaçados de morte pelos Super Dragões, sem uma só palavra de repulsa por tais nomeações.
Mas … como dizia um amigo meu, tudo isto é normal, num clube, como o nosso, que tem dirigentes que nunca verteram uma lágrima de alegria por uma vitória, ou deixaram cair uma lágrima por uma derrota. Aliás, nos corredores da Luz, passeiam-se livremente um presidente que já foi sócio do Porto, um CEO que é sportinguista, um assessor jurídico que chegou a ser arguido no processo do Apito Dourado, um diretor de comunicação e um diretor do Caixa Futebol Campus, que exerceram iguais funções no outro lado da 2ª Circular.
Parafraseando Rui Gomes da Silva (o HOMEM de quem todos benfiquistas de pacotilha têm medo) “Ser do Benfica é diferente de estar no Benfica”.
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