De como os assobios cortaram asas de gaivota

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Finalmente o CETA no Aveirense!

Nos bastidores o nervosismo era imenso que o caso não era para menos: na plateia, na frisa principal estariam Luís Francisco Rebelo e Ana Paula actriz e esposa do autor da peça a estrear “O dia seguinte”

Como o texto escrito por Mário Sacramento tinha sido censurado e abolido do espetáculo, David Cristo é convidado a produzir um outro para a abertura da sessão. Carlos Morais faz um poema dedicado a Aveiro que seria declamado por mim. Embandeiro em arco pois a honra era enorme. E eis-me a convencer a minha mãe, modista de mão cheia, a costurar um vestido que salientasse a elegância de uma moça pouco habituada a vestidos “finos”. Bastante contrariada acede a embonecar.me para o que ela chamava de “teatrices” que só poderiam pôr em causa a honra de uma donzela…

Surge o vestido que iria ser a minha desgraça. Tafetá rosa flamejante a fazer inveja a qualquer Barbie se já tivesse sido inventada. Nos dias de hoje duvido que alguma neta minha o vestisse mesmo a Rita que adorava a dita boneca…

Leia o artigo completo na edição em papel.

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