Um espaço que não deixa mesmo de ser uma das centralidades mais importantes do Município, a precisar, urgentemente, de intervenção por parte da Câmara Municipal, não só ao nível urbanístico como de criação de condições para maior dinâmica social, cultural e económica, merece aprovação do PS local, que considera positivo que a maioria PSD assim o entenda também.

À parte todos os considerandos e nem sequer pretendendo vincular-nos a tudo quanto é escrito em nota/notas política(s) dos dois partidos políticos, não deixamos de mostrar o nosso agrado por darmos conta desta intenção/acção que poderá e deverá alterar, significativamente, o aspecto e o próprio interesse social daquela zona central da Cidade de Ílhavo, na verdade e há muito a necessitar de uma transfiguração radical.

Maquete virtual da remodelação do antigo Quartel dos Bombeiros de Ílhavo

Os ilhavenses estão fartinhos de ter um Jardim sem flores, uma zona nobre do próprio Município apenas atractiva para alguns que dela desfrutam com festivais a propósito de tudo e de nada, o que dá aso a que alguns residentes nas proximidades sofram com a chinfrineira que nesse local nobre da cidade tantas vezes se faz sentir. Se uns gostam e acha ter direito a festas, outros há (os habitantes) que também têm direito a ali viverem em paz e tranquilidade que o barulho não lhes proporciona, antes pelo contrário. Por causa dos excessos (de barulho e de comportamentos de uns), outros vivem num “inferno” quando têm todo o direito ao seu sossego e descanso que tantas vezes lhes é negado por aqueles que não mostram respeito por ninguém.

Sucedem-se a ritmo indesejável os desacatos, manifestações indecorosas (até sexo ao vivo no Jardim sem qualquer recato), e/ou mesmo tráfico de droga à vista de todos e com o conhecimento das próprias entidades e autoridades locais que chegam a transmitir a ideia de que nada têm a ver com o caos instalado. Sabemos existirem mesmo contraordenações policiais que não têm seguimento, que ficam sem correspondência (execução) conforme a Lei exige. Ora, este estado de coisas não pode continuar a verificar-se, conquanto os cidadãos sejam levados a pensar que a Lei só se aplica em alguns casos/situações e às vezes só para alguns!

Leia o artigo completo na edição em papel.

Publicidade

DEIXE UMA RESPOSTA

Introduza o seu comentário
Introduza o seu nome